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	<title>Volta APAU 2008</title>
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	<description>Memórias da Volta APAU 2008</description>
	<pubDate>Thu, 12 Jun 2008 14:22:21 +0000</pubDate>
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		<title>Rente ao chão - De Elvas a Cerieira-Portel</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Jun 2008 14:22:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vasco Veloso</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Diário]]></category>

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		<description><![CDATA[Ora bem, como era absolutamente impossível obter alojamento junto de Olivença por causa de umas festas regionais que encheram todos os hotéis nas redondezas, pernoitámos a Elvas e foi daí que saímos no Domingo de manhã.
Destino: Cerieira-Portel. Campo de vôo novinho e desconhecido&#8230; De tal forma que as indicações necessárias foram dadas por telefone durante [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ora bem, como era absolutamente impossível obter alojamento junto de Olivença por causa de umas festas regionais que encheram todos os hotéis nas redondezas, pernoitámos a Elvas e foi daí que saímos no Domingo de manhã.</p>
<p>Destino: Cerieira-Portel. Campo de vôo novinho e desconhecido&#8230; De tal forma que as indicações necessárias foram dadas por telefone durante a viagem.</p>
<p>Parámos em Évora para abastecer e tomar um muito desejado café. O pequeno-almoço tinha sido pobre em cafeína e o cansaço dos últimos dias já se fazia sentir, apesar de não ser nada de grave.</p>
<p>Já perto e mais uma vez, nada como virar à direita quando deveria ter virado à esquerda&#8230; Fomos ter ao monte errado, que era uma vacaria! Constatado o engano evidente, toca a voltar para trás e encontrar finalmente o monte certo. Ainda bem que estávamos de  jipe. <img src='http://volta2008.apau.org/wpmu/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Conseguimos chegar antes dos nossos aviões! Também pudera, era pertíssimo&#8230;</p>
<p>A chegada das últimas aeronaves em formação foi magnífica!</p>
<p><img src="http://volta2008.apau.org/wpmu/files/2008/06/formacao.jpg" alt="Formação em Cerieira-Portel" /></p>
<p> Depois de todos devidamente parqueados, chegou a hora de saírmos para o almoço.</p>
<p align="center"> <img src="http://volta2008.apau.org/wpmu/files/2008/06/cerieira.jpg" alt="Cerieira-Portel" /></p>
<p>Reparem no pormenor dos aviões estacionados dentro do hangar. <img src='http://volta2008.apau.org/wpmu/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> Só faltam as paredes e o tecto. <img src='http://volta2008.apau.org/wpmu/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Bem almoçados, seguimos para junto do Alqueva para os discursos de encerramento. Muito pó, muito calor e uns discursos mais tarde, estávamos de regresso ao aeródromo. Mas antes era necessário ir buscar combustível, o que fizemos sem sobressaltos aproveitando a liderança dos autocarros, que usaram estradas novas ainda fechadas ao trânsito. <img src='http://volta2008.apau.org/wpmu/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Feita a entrega do combustível e apresentadas todas as despedidas, iniciámos o regresso a Lisboa. Chegámos bem e sem perder tempo no temido trânsito de fim de mini-férias: não encontrámos nenhum.</p>
<p>No cômputo geral, tudo correu sem problemas. Muito cansaço, mas também muita satisfação por estarem todos bem: homens, mulheres e máquinas.</p>
<p>Até para o ano.</p>
<p> <img src='http://volta2008.apau.org/wpmu/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Rente ao chão - De Tétouan a Olivença</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Jun 2008 12:02:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vasco Veloso</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Diário]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois de um sono reconfortante, toca a tomar o pequeno-almoço, onde podemos encontrar novamente o omnipresente cuscous. Sim, sim: em versão bolo de chá. Na minha opinião, não é mau de todo mas peca por ser um pouco enjoativo&#8230; Esse problema atenuou-se com um pouco de compota, se bem que fico com a sensação de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de um sono reconfortante, toca a tomar o pequeno-almoço, onde podemos encontrar novamente o omnipresente cuscous. Sim, sim: em versão bolo de chá. Na minha opinião, não é mau de todo mas peca por ser um pouco enjoativo&#8230; Esse problema atenuou-se com um pouco de compota, se bem que fico com a sensação de que não era bem assim que ele deveria ser comido. Também havia pão de mistura para os menos aventureiros. <img src='http://volta2008.apau.org/wpmu/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Já de malas aviadas e boleia aérea alinhavada para o André, é hora de sair. Infelizmente, parece que o jantar não caiu muito bem à Jacqueline, pelo que ela troca com a sua mãe e vem comigo por terra. Mal sabia ela no que se ia meter&#8230; Mas seria seguramente melhor do que um problema de estômago no ar!</p>
<p>Toda a gente embarcada nos autocarros e ala que se faz tarde. Toda a gente? Não. Há ainda um bando de irredutíveis que surgem depois de todos os transportes terem partido. Mas não são gauleses: são lusitanos. Ainda conseguimos encaixá-los no pouco espaço dentro do jipe&#8230; Anshallah.</p>
<p>O dia não podia começar bem sem que o ainda meio desorientado condutor (moi même) se perdesse, portanto foi só à segunda tentativa que encontrámos o aeroporto. E foi mesmo a tempo de testemunhar a odisseia do André e da Dolores, pois fazia muita confusão ao guarda da fronteira que eles tivessem entrado por terra e agora quisessem sair por ar! Felizmente chegou um oficial superior que lhe incutiu juízo, com muito esbracejar à mistura&#8230; Até parece que é estranho uma pessoa entrar por um porto e sair por outro.</p>
<p>Fizemo-nos à estrada e chegámos à fronteira sem sobressaltos. Toca de esperar. Filas enormes para tudo, claro. Para carimbar os passaportes, para passar o carro, enfim&#8230;</p>
<p>A seguir ao controlo de passaportes, houve um fulano com uma chave de fendas que nos mandou encostar. Não estava fardado e o polícia que andava por ali tinha desaparecido&#8230; Estranho&#8230; Parámos, pensando que o dito polícia viria ter connosco. Não veio. Pisgámo-nos.</p>
<p>À entrada em Espanha, inspecção e farejamento do carro. Nada a declarar, ala para o porto, onde chegámos cinco minutos antes de fechar o embarque! Tinha de ser&#8230; Lá gramámos mais uma hora até à saída do próximo ferry, entre trincas numas madalenas compradas numa bomba de gasolina ali perto, farejadelas de cães-polícia e esperas na fila de embarque.</p>
<p>Infelizmente este ferry já era normal, nada do luxo do último em que tínhamos viajado. Pagámos mais uns euros para subirmos ao convés superior, onde conseguimos ter mais algum sossego longe das crianças aos berros que infernizavam a vida dos passageiros no convés inferior&#8230; E beber qualquer coisa a acompanhar a sandocha comprada no bar.</p>
<p>Daqui até Olivença não houve grande história. Rolar por vias rápidas e auto-estradas, algumas com traçado muito recente, até uma estação de serviço algures a norte de Sevilha onde parámos para comer. Pedimos desesperadamente ao senhor que nos atendeu se tinha mais alguma coisa para além de sandes, mas lá tivemos que nos resignar a mais uns bocadillos porque a cozinha já tinha fechado. <img src='http://volta2008.apau.org/wpmu/wp-includes/images/smilies/icon_sad.gif' alt=':-(' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Para quebrar a monotonia da viagem, lá fomos espreitando as altitudes quando o terreno começou a ficar acidentado e verificámos que chegámos a tocar nos 800m. Nada mau. <img src='http://volta2008.apau.org/wpmu/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Surpreendentemente, o GPS levou-nos mesmo até ao desvio para o aeródromo! As estradinhas estavam lá todas.</p>
<p>Claro que já toda a gente lá estava havia muito tempo&#8230; E fiquei assombrado com o equipamento disponibilizado!&#8230; <img src='http://volta2008.apau.org/wpmu/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p align="center"> <img src="http://volta2008.apau.org/wpmu/files/2008/06/followme.jpg" alt="Follow Me em Olivença" /></p>
<p>Uma aeronave em emergência aterrou fora e o passageiro teve de ficar em terra&#8230; Nós ficámos para o fim, sempre sem saber se teríamos de prestar apoio à aterragem dessa aeronave e das outras duas que saíram em missão de busca e salvamento. Uma aeronave foi para o ar para fazer retransmissão das comunicações e eu segui como pendura:</p>
<p align="center"><img src="http://volta2008.apau.org/wpmu/files/2008/06/olivenca.jpg" alt="Pôr do sol em Olivença" /></p>
<p>Felizmente chegou toda a gente bem sem precisarem de iluminação na pista. O passageiro lá se desenrascou com a ajuda de um pastor espanhol e conseguiu apanhar um táxi mais tarde para a &#8220;civilização&#8221;.</p>
<p>Jipe novamente apinhado de gente, vamos cruzar a fronteira em disputa e chegar a Elvas, onde me esperava mais uma surpresa&#8230;</p>
<p>O hotel era um autêntico labirinto! Os quartos atribuídos a mim e a mais alguns companheiros de viagem não ficavam no piso lógico (ou seja, no mesmo piso dos outros quartos na mesma centena), mas sim com acesso a partir do piso inferior, ao cimo de umas escadinhas disfarçadas ao fundo de um corredor, sem quaisquer placas a ajudar. E o recepcionista ainda se saiu com o &#8220;ah pois, é normal&#8221;&#8230;</p>
<p>Senti-me como Teseu, mas ao menos não havia nenhum minotauro (nem donzela).</p>
<p>Jantar aceitável, sendo que o ponto alto foram as cerimónias de entrega de presentes e agradecimentos. Muito comoventes para alguns intervenientes&#8230; <img src='http://volta2008.apau.org/wpmu/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /></p>
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		<title>Rente ao chão - De Ceuta a Tétouan</title>
		<link>http://volta2008.apau.org/wpmu/2008/05/30/rente-ao-chao-de-ceuta-a-tetouan/</link>
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		<pubDate>Fri, 30 May 2008 11:26:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vasco Veloso</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Diário]]></category>

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		<description><![CDATA[Chegados a Ceuta, fomos directos para a fronteira. Mais uma vez, nada como seguir as placas que diziam Marruecos. Entretanto arrependi-me de ter abastecido antes, pois a APAU poderia ter poupado umas massas com a diferença de preço no gasóleo, mas enfim&#8230; Quem não sabe é como quem não vê.
A travessia da fronteira foi longa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Chegados a Ceuta, fomos directos para a fronteira. Mais uma vez, nada como seguir as placas que diziam Marruecos. Entretanto arrependi-me de ter abastecido antes, pois a APAU poderia ter poupado umas massas com a diferença de preço no gasóleo, mas enfim&#8230; Quem não sabe é como quem não vê.</p>
<p>A travessia da fronteira foi longa e chata: gente a extorquir dinheiro, um calor enorme, filas longas e bloqueadas por gente que deixou os carros parados no meio da passagem&#8230;</p>
<p>Como se isto não bastasse, os computadores do posto que estava a processar os nossos passaportes foram abaixo durante muito tempo. A meio do nosso processamento, claro, portanto estava fora de questão mudar de posto. <img src='http://volta2008.apau.org/wpmu/wp-includes/images/smilies/icon_sad.gif' alt=':-(' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Ainda tivemos de esperar um pouco para que o carro fosse inspeccionado. Sabiam que é proibido importar comida para Marrocos? Pois&#8230; E a Dolores com um saco de tangerinas aos pés! Felizmente que o guarda tinha ar de quem não lhe apetecia estar ali e só quis dar uma vista de olhos ao porta-bagagens, senão tinha ganho um lanche de tangerinas.</p>
<p>Uma boa hora e meia depois, já estávamos na estrada para Tétouan. Muito mais aliviados, fomos comentando o enorme esforço de construção de estâncias turísticas naquela costa e seguindo as placas. Placas essas que nos fizeram entrar num troço de auto-estrada paga e em dinares&#8230; O portageiro estava proibido de aceitar euros, mas o condutor que parou atrás de nós fez o favor de fazer o câmbio à taxa &#8220;universal&#8221; de 1 euro = 10 dinares. E ainda dizem que Portugal é que é o país do &#8220;desenrasca&#8221;&#8230; Isso isso&#8230; Dêem um saltinho a Marrocos para virem de lá com outra opinião.</p>
<p>Bem, não conseguimos encontrar o hotel em Tétouan. Ao fim de um bom quarto de hora, eventualmente parámos para perguntar e verificámos que afinal o hotel ficava à entrada da cidade&#8230; Nós estávamos quase no centro. <img src='http://volta2008.apau.org/wpmu/wp-includes/images/smilies/icon_sad.gif' alt=':-(' class='wp-smiley' /> Entretanto, uns telefonemas mudam o ponto de encontro: agora vamos para o Palácio Real.</p>
<p>Durante os primeiros dois ou três cruzamentos, ainda haviam placas, depois foi preciso começar a perguntar. Pergunta aqui, pergunta ali, castelhano, francês, vira daqui, vira dali, muito calor, muito cansaço e pouca paciência depois, conseguimos parar o carro lá perto. Ao telefone com o Tó e com o guia, com mais uma pergunta a uma patrulha militar pelo meio, conseguimos encontrar-nos! <img src='http://volta2008.apau.org/wpmu/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> Finalmente!</p>
<p>Claro que o guia, ao saber que estávamos próximo, já tinha entretanto arranjado uma dezena de marroquinos para nos encontrar&#8230; Ficou furioso quando nós aparecemos sem que os outros nos tivessem encontrado, mas também ficou contente porque assim não tinha de lhes pagar. <img src='http://volta2008.apau.org/wpmu/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Reunimo-nos com o resto do grupo para a visita à medina. Eu a pensar que ainda estavam a almoçar e que íamos descansar um bocado, afinal bolas, mais duas horas a palmilhar a medina&#8230;</p>
<p>Não me entendam mal, que aquilo é muito giro (excepto o cortume), mas depois de 12h de viagem (segundo o André, que eu perdi a conta às horas) e pouco mais de duas sandes no bucho, o que eu queria era um almoço, um duche e uma cama&#8230; Estava de tal modo que quase tudo o que se vendia de comer na media me parecia deveras apetitoso!</p>
<p>Bem, a visita terminou com uma loja onde vimos um marroquino a despejar o mostruário de tapetes e onde depois alguns de nós compraram as suas lembranças. Sim, há quem tenha trazido tapetes alegadamente para decorar os aviões&#8230; Mas não fui eu. <img src='http://volta2008.apau.org/wpmu/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Finalmente, pelas 18h locais, hotel. Ou seja, cama. Há duas horas antes do jantar para relaxar&#8230; Oh misericórdia! Ajudaram muito a apreciar o jantar que se seguiu, com os nossos anfitriões marroquinos e com os nossos amigos espanhóis da volta dos autogiros.</p>
<p>Amanhã será o regresso, mas agora&#8230; O descanso!</p>
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		<item>
		<title>Fotografias e vídeos</title>
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		<pubDate>Mon, 19 May 2008 10:32:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vasco Veloso</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Já começam a aparecer imagens da Volta:

Jacqueline/Paulo -&#62; http://picasaweb.google.com/kine64/VoltaAPAU2008
&#8220;ÓscarFónix&#8221; -&#62; http://picasaweb.google.com/pedrobcunha/VoltaAPAU2008NoCSUOF?authkey=0L5nL7Fzxfw
YouTube -&#62; É só pesquisar &#8220;Volta APAU&#8221; (exemplo aqui)

 
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já começam a aparecer imagens da Volta:</p>
<ul>
<li>Jacqueline/Paulo -&gt; <a href="http://picasaweb.google.com/kine64/VoltaAPAU2008">http://picasaweb.google.com/kine64/VoltaAPAU2008</a></li>
<li>&#8220;ÓscarFónix&#8221; -&gt; <a href="http://picasaweb.google.com/pedrobcunha/VoltaAPAU2008NoCSUOF?authkey=0L5nL7Fzxfw">http://picasaweb.google.com/pedrobcunha/VoltaAPAU2008NoCSUOF?authkey=0L5nL7Fzxfw</a></li>
<li>YouTube -&gt; É só pesquisar &#8220;Volta APAU&#8221; (<a href="http://www.youtube.com/results?search_query=Volta+APAU&amp;search_type=">exemplo aqui</a>)</li>
</ul>
<p> <img src='http://volta2008.apau.org/wpmu/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /></p>
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		<title>Rente ao chão - De Villamartín a Ceuta</title>
		<link>http://volta2008.apau.org/wpmu/2008/05/16/rente-ao-chao-de-villamartin-a-ceuta/</link>
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		<pubDate>Fri, 16 May 2008 09:07:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vasco Veloso</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Diário]]></category>

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		<description><![CDATA[Os olhos não querem acreditar no que vêem: o relógio marca 4:50&#8230; Da manhã&#8230;
A saída do hotel está marcada para as 5:15, para fazermos a viagem até Jerez de la Frontera a fim de cumprirmos as formalidades alfandegárias necessárias à correcta saída dos pilotaços rumo a Marrocos.
A Jackie e eu colocamos a &#8220;mala do tesouro&#8221; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os olhos não querem acreditar no que vêem: o relógio marca 4:50&#8230; Da manhã&#8230;</p>
<p>A saída do hotel está marcada para as 5:15, para fazermos a viagem até Jerez de la Frontera a fim de cumprirmos as formalidades alfandegárias necessárias à correcta saída dos pilotaços rumo a Marrocos.</p>
<p>A Jackie e eu colocamos a &#8220;mala do tesouro&#8221; a bordo do jipe (cheia de passaportes, claro está) e ala para Jerez. Não tem nada que enganar, é só seguir as placas. E é mesmo. Já perto de Jerez surgem as placas para o aeroporto, que seguimos religiosamente.</p>
<p>Chegamos no horário: são 6:15 quando estacionamos no parque do aeroporto. Dão-se duas trincas nas sandes que trouxemos, à laia de pequeno-almoço, e seguimos para a Polícia do aeroporto.</p>
<p>Encontrámos o escritório num cantinho do edifício aeroporto (literalmente). Batemos à porta, entramos e somos recebidos pelo agente de serviço ainda meio fardado: fomos interromper o homem que tinha evidentemente acabado de chegar e veio ter connosco ainda de jeans e a abotoar a camisa da farda. Ele já estava avisado de que viríamos e portanto não pareceu incomodado pela interrupção. <img src='http://volta2008.apau.org/wpmu/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> Àquela hora da manhã, era um agente muito bem-disposto.</p>
<p>Verificaram-se os documentos, actualizaram-se as listas e preparámos uma autêntica linha de produção para a carimbagem em série de todos os 60 (sessenta!) passaportes.</p>
<p>Depois dos passaportes carimbados,  contados e recontados, de regresso a Villamartín.</p>
<p>Pelo caminho, convinha tentar encontrar óleo para o avião do Paulo&#8230; Estava nos mínimos. Corremos 3 postos de combustível e num deles o funcionário, muito solícito, ainda telefonou para um 4º enquanto tomávamos um café a ferver e mal-amanhado&#8230; Nada. Nem gota de óleo 15W/50. <img src='http://volta2008.apau.org/wpmu/wp-includes/images/smilies/icon_sad.gif' alt=':-(' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Sem saber muito bem como dar a notícia ao Paulo, voltámos ao aeródromo e aproveitei para comentar o assunto com o nosso anfitrião local&#8230; E não é que ele tinha lá uma embalagem que podia dispensar?!? Comprámo-la entre mil agradecimentos e lá pôde o Paulo descolar descansado, que não haveria de ficar pelo caminho com falta de óleo! <img src='http://volta2008.apau.org/wpmu/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Toda a gente a bordo, Dolores e André, e ala que se faz mesmo muito tarde. Temos muito caminho a percorrer até Tétouan.</p>
<blockquote><p> But I have promises to keep,<br />
And miles to go before I sleep,<br />
And miles to go before I sleep.<br />
(Robert Frost)</p></blockquote>
<p>Liga-se o GPS com navegador, confirmam-se os mapas em papel e vamos rodando para Algeciras. Não faltou muito tempo até ter os passageiros a dormitar, claro&#8230; Àquela hora e no segundo dia da Volta, é quase inevitável. Fizemos uma paragem a meio da manhã para esticar as pernas e comer mais qualquer coisa. A Dolores aproveitou logo para comprar umas tangerinas (ou coisa parecida), que ainda me iriam causar uns arrepios frios mais tarde&#8230;</p>
<p>Já em Algeciras, atesta-se o jipe de gasóleo para garantir que não há surpresas em Marrocos, compram-se os bilhetes para o ferry e pensamos em comer. Eram 11:50 e já não conseguíamos apanhar o barco das 12h, portanto iríamos no das 13h. Vimos uma placa de um McDonalds e, apesar do trânsito, conseguimos estacionar num silo lá perto. Afinal era Burger King, mas só abria às 13h&#8230; A pizzeria do lado também. A casa das tapas, idem aspas aspas. Uma outra, às 12h30&#8230; Conclusão: é impossível comer ali algo de jeito antes da hora do embarque. <img src='http://volta2008.apau.org/wpmu/wp-includes/images/smilies/icon_sad.gif' alt=':-(' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Seguimos para o ferry com o estômago a dar horas. Felizmente não demorámos muito tempo a embarcar e tivemos uma excelente surpresa a bordo. Calhou-nos um ferry 5 estrelas. Nada parecido com os navios que usamos cá por Lisboa. <img src='http://volta2008.apau.org/wpmu/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Atacámos umas sandes no bar e entretivémo-nos a tirar fotografias, a dormitar e a aproveitar as boas instalações do navio. É que ainda falta passar a fronteira&#8230;</p>
<p align="center"> <img src="http://volta2008.apau.org/wpmu/files/2008/05/algeciras.jpg" alt="A sair de Algeciras" /><br />
A sair de Algeciras</p>
<p align="center"><img src="http://volta2008.apau.org/wpmu/files/2008/05/gibraltar.jpg" alt="Gibraltar" /><br />
Gibraltar</p>
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