Rente ao chão - De Elvas a Cerieira-Portel
Diário 12 de Junho de 2008Ora bem, como era absolutamente impossÃvel obter alojamento junto de Olivença por causa de umas festas regionais que encheram todos os hotéis nas redondezas, pernoitámos a Elvas e foi daà que saÃmos no Domingo de manhã.
Destino: Cerieira-Portel. Campo de vôo novinho e desconhecido… De tal forma que as indicações necessárias foram dadas por telefone durante a viagem.
Parámos em Évora para abastecer e tomar um muito desejado café. O pequeno-almoço tinha sido pobre em cafeÃna e o cansaço dos últimos dias já se fazia sentir, apesar de não ser nada de grave.
Já perto e mais uma vez, nada como virar à direita quando deveria ter virado à esquerda… Fomos ter ao monte errado, que era uma vacaria! Constatado o engano evidente, toca a voltar para trás e encontrar finalmente o monte certo. Ainda bem que estávamos de jipe.
Conseguimos chegar antes dos nossos aviões! Também pudera, era pertÃssimo…
A chegada das últimas aeronaves em formação foi magnÃfica!

 Depois de todos devidamente parqueados, chegou a hora de saÃrmos para o almoço.
 
Reparem no pormenor dos aviões estacionados dentro do hangar.
Só faltam as paredes e o tecto.
Bem almoçados, seguimos para junto do Alqueva para os discursos de encerramento. Muito pó, muito calor e uns discursos mais tarde, estávamos de regresso ao aeródromo. Mas antes era necessário ir buscar combustÃvel, o que fizemos sem sobressaltos aproveitando a liderança dos autocarros, que usaram estradas novas ainda fechadas ao trânsito.
Feita a entrega do combustÃvel e apresentadas todas as despedidas, iniciámos o regresso a Lisboa. Chegámos bem e sem perder tempo no temido trânsito de fim de mini-férias: não encontrámos nenhum.
No cômputo geral, tudo correu sem problemas. Muito cansaço, mas também muita satisfação por estarem todos bem: homens, mulheres e máquinas.
Até para o ano.
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