Ora bem, como era absolutamente impossível obter alojamento junto de Olivença por causa de umas festas regionais que encheram todos os hotéis nas redondezas, pernoitámos a Elvas e foi daí que saímos no Domingo de manhã.

Destino: Cerieira-Portel. Campo de vôo novinho e desconhecido… De tal forma que as indicações necessárias foram dadas por telefone durante a viagem.

Parámos em Évora para abastecer e tomar um muito desejado café. O pequeno-almoço tinha sido pobre em cafeína e o cansaço dos últimos dias já se fazia sentir, apesar de não ser nada de grave.

Já perto e mais uma vez, nada como virar à direita quando deveria ter virado à esquerda… Fomos ter ao monte errado, que era uma vacaria! Constatado o engano evidente, toca a voltar para trás e encontrar finalmente o monte certo. Ainda bem que estávamos de  jipe. :-)

Conseguimos chegar antes dos nossos aviões! Também pudera, era pertíssimo…

A chegada das últimas aeronaves em formação foi magnífica!

Formação em Cerieira-Portel

 Depois de todos devidamente parqueados, chegou a hora de saírmos para o almoço.

 Cerieira-Portel

Reparem no pormenor dos aviões estacionados dentro do hangar. :-) Só faltam as paredes e o tecto. ;-)

Bem almoçados, seguimos para junto do Alqueva para os discursos de encerramento. Muito pó, muito calor e uns discursos mais tarde, estávamos de regresso ao aeródromo. Mas antes era necessário ir buscar combustível, o que fizemos sem sobressaltos aproveitando a liderança dos autocarros, que usaram estradas novas ainda fechadas ao trânsito. :-)

Feita a entrega do combustível e apresentadas todas as despedidas, iniciámos o regresso a Lisboa. Chegámos bem e sem perder tempo no temido trânsito de fim de mini-férias: não encontrámos nenhum.

No cômputo geral, tudo correu sem problemas. Muito cansaço, mas também muita satisfação por estarem todos bem: homens, mulheres e máquinas.

Até para o ano.

:-)